terça-feira, 4 de novembro de 2008

Aquele abraço

Ainda tenho muito a aprender sobre as pessoas. Sobre mim mesmo, vou aprendendo aos poucos e acho até que já sei razoavelmente, mas sobre as pessoas tenho alguma dificuldade. Acho que por egoísmo, egocentrismo, egotismo (ou tantos outros eguismos) pouco estive entre os homens, esta máxima definição do que é viver, salvo engano, oferecida por Hannah Arendt- sem muito tempo para maiores pesquisas no momento e atento ao fato de que o que importa é o sentido-. Para se ter uma experiência sublime de alteridade é preciso muita humildade, quebrar as estátuas de sal que sedimentamos em nosso átrios e ventrículos e deixar fluir o risco de nos libertarem que o risco de nos libertar molda no mundo. Amar é uma experiência transcendental que requer uma certa dosagem de ousadia e perícia, sem excesso para qualquer dos lados. Nessa alquimia é que, imagino, vamos construindo o nosso prestígio.

2 comentários:

Anônimo disse...

Velada... velada...

Unknown disse...

Poxa, meu primo querido, eu não conhecia esse espaço tão especial que você criou. Vou passar a frequenta-lo e me inspirar um pouco nessas palavras e pensamentos.

Por hoje, digo que até arrepiei quando você falou do amor trancendental. Tenho pensado muito sobre coisas desse tipo... Quando eu tiver um tempinho maior escrevo algo.

Beijocas!!
Cacaia